A Petrobras reajustou os preços de comercialização do Gás Liquefeito de Petróleo (GLP), para uso industrial, comercial e granel, com percentual médio de 11%, a partir de sexta-feira (25).
De acordo com a companhia, este alinhamento dos preços do GLP Não abrange o produto destinado ao uso residencial, conhecido como gás de cozinha, que já havia sido reajustado no primeiro dia deste mês.
A Petrobras estima que o impacto desse reajuste no preço de venda ao consumidor final, que varia de acordo com a sua destinação, será da ordem de 5%.
O presidente do Sindigás-RJ, Sérgio Bandeira de Mello, disse que o reajuste foi uma surpresa, porque no dia 1° de setembro houve um aumento de 15% para cilindro de até 13 kg e agora foi repetido o aumento. “Para nós, é uma surpresa porque o preço que eles [Petrobras] estão cobrando está pelo menos 63% mais alto do que o preço da paridade de importação. Então, é um aumento que não foi pouco importante”, explicou.
Segundo Bandeira de Mello, 29% do produto comercializado no Brasil é vendido em embalagens acima de 13kg: “Então, vai ter um impacto no bolso do consumidor e do comércio - padarias, hotéis, restaurantes - ou seja, todo mundo que utiliza esse cilindro acima de 13 kg”.
Fonte: www.ebc.com.br
domingo, 27 de setembro de 2015
Últimas notícias: Petrobras reajusta o preço do gás em 11%, no segundo aumento este mês
A Petrobras reajustou os preços de comercialização do Gás Liquefeito de Petróleo (GLP), para uso industrial, comercial e granel, com percentual médio de 11%, a partir de sexta-feira (25).
De acordo com a companhia, este alinhamento dos preços do GLP Não abrange o produto destinado ao uso residencial, conhecido como gás de cozinha, que já havia sido reajustado no primeiro dia deste mês.
A Petrobras estima que o impacto desse reajuste no preço de venda ao consumidor final, que varia de acordo com a sua destinação, será da ordem de 5%.
O presidente do Sindigás-RJ, Sérgio Bandeira de Mello, disse que o reajuste foi uma surpresa, porque no dia 1° de setembro houve um aumento de 15% para cilindro de até 13 kg e agora foi repetido o aumento. “Para nós, é uma surpresa porque o preço que eles [Petrobras] estão cobrando está pelo menos 63% mais alto do que o preço da paridade de importação. Então, é um aumento que não foi pouco importante”, explicou.
Segundo Bandeira de Mello, 29% do produto comercializado no Brasil é vendido em embalagens acima de 13kg: “Então, vai ter um impacto no bolso do consumidor e do comércio - padarias, hotéis, restaurantes - ou seja, todo mundo que utiliza esse cilindro acima de 13 kg”.
Fonte: www.ebc.com.br
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